Instalações

Jardins Efêmeros - bryophitha

   Vivi Rosa + Vitor Ballan

2022

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A instalação do paisagista Vitor Ballan, desenvolvida para a Exposição "Refúgio Apresenta: Gabinete Sete", tem como protagonistas diversas espécies de musgo.

Na cultura japonesa, o musgo representa transitoriedade e imperfeição, simplicidade, humildade e requinte.

Musgos não crescem da noite para o dia, e levam anos para cobrir a superfície de uma pedra.

O jardim conta com doze Luminárias Musgo, de Vivi Rosa- peça idealizada para compor a instalação e criar um jardim iluminado e curioso.

A beleza está na desaceleração. Olhe a sua volta. Observe os detalhes.

sobre ()s artistas

Formado em Arquitetura e Urbanismo, o paulistano Vitor Ballan atua como paisagista a mais de 10 anos, acompanhando da elaboração de conceitos paisagísticos à implantação de projetos, nas mais diversas tipologias. Em seus trabalhos, Vitor alia sua experiência em botânica comsuas referênacias nas mais diversas formas de arte, design e arquitetura.

Paralelamente, produz trabalhos de fotografia e artes plásticas, abordando temas como paisagens, as cidades e as interações do seres com o meio.


Artista autodidata, a paranaense Vivi Rosa mudou-se para São Paulo em 2005, buscando estudar teatro.

Formou-se na escola Macunaíma e trabalhou em emissoras de tv por algum tempo.
Em 2013, Viviane deixou de lado sua carreira de atriz para se reconectar com algo que havia deixado para trás, dedicando todo seu tempo a novas criações.

Como designer, desenvolveu peças em madeira, aço carbono e vidro. Agora, sua nova paixão está em modelar uma massa desenvolvida por ela mesma.
Para Viviane, criar com as mãos é como desenhar em 3 dimensões.

 

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Desdobramento, Expedição Ao Sol

Juliana Freire + Emiliano Kaaisa

2022

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O projeto inicia-se em uma residência artística em São Sebastião-SP, e estende-se por uma peregrinação da dupla de artistas Juliana Freire e Emilliano Freitas ao Sol do Planalto Central- passando pelo terreno do acidente do Césio-137 e rumando para o ponto mais central deste continente: a enigmática Serra do Roncador.

Na série, os artistas recorrem à ficcionalização de um mundo onde o fim é só o início, para tratarem de questões como territorialização e memória: pessoas isoladas vivem uma temporalidade marcada pelo eterno presente.

Através das duas personagens, derivam sobre os gatilhos de suas crises com o letal status quo,  mas que torna a vida de todos inadequada neste planeta. Elas deixam pistas para se auto encontrar e resgatar esta cidade perdida de Eldorado simbólica, expressão máxima de poder, sabedoria e amor.

O resultado final foi o filme ELDORADO, que participou da Mostra de Cinema de Goiás, recebendo os prêmios de melhor trilha sonora, fotografia e montagem.

sobre ()s artistas

Emilliano Freitas (Tupaciguara/MG, 1983) é artista visual, professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Goiás, Doutorando em Arte e Cultura Visual (FAV-UFG), mestre em Artes (PPGA-UFU), especialista em Artes Visuais: Cultura e Criação (SENAC/MG) e membro do CAPU (Coletivo de Ações Poéticas Urbanas).

Suas investigações artísticas abrangem as relações entre autobiografia, temporalidades e espacialidades.

Nos últimos anos, realizou exposições em Instituto Inclusartiz, Museu de Arte Contemporânea de Jataí, Casa de Cultura Mario Quintana, MuNA, Galeria Ido Finnoti, Galeria Capibaribe, dentre outros.

 

Juliana Freire (Belo Horizonte/MG, 1977) é graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal de Minas Gerais. Sócia-fundadora da Galeria Emma Thomas em São Paulo, por 11 anos, produziu mais de 100 mostras nacionais e internacionais.

Atuou como professora de processo criativo em cursos livres na UFMG e FAAP.

Como artista, faz uso de uma linguagem híbrida em seu trabalho. Ativar espectros sutis ou intermediários de relacionamento com o(s) mundo (s) são os experimentos da prática da artista.

Fez exposições individuais no Centro Cultural da UFMG e na Casa do Olhar Luiz Sacilotto. Coletivamente, participou de mostras em instituições como Baró Cruz, Zíper, Mezanino, Andrea Rehder, Centro Cultural dos Correios (RJ), Palácio das Artes de Belo Horizonte, entre outras.

Há 13 anos ilustra a coluna do jornalista Elio Gaspari, no Caderno Brasil do Jornal Folha de São Paulo.

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in da haus

Victor Corrêa | VCArtwork

2022

Recicla Ceno é um projeto autoral do estúdio VCArtwork, que reusa com criatividade materiais cenográficos que seriam descartados para criar instalações de arte únicas.

Dessa forma, o Artista e cenógrafo premiado Victor Correa cria o que se chama, na arte contemporânea, obras de site specific- instalações artísticas criada para um espaço físico específico.

A instalação "In da Haus" foi criada especialmente para integrar a Exposição "Refúgio Apresenta: Gabinete Sete", e está localizada no saguão principal do Edifício 7 de Abril.

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sobre () artista

Ex-sócio do Estúdio Xingu, Victor Corrêa - agora à frente do VCARTWORK - desenvolve executa projetos especiais para arquitetura, cenografia corporativa e grandes eventos. 
Entre seus clientes estão os escrítórios de arquitetura Estudio Arthur Casas, Pascali Simerdjan e Melina Romano, e as agências B.ferraz e Sherpa 42.
No currículo, Victor acumula diversos trabalhos em publicações, filmes publicitários e eventos, bem como e importantes prêmios- entre eles, dois Pierre Verger, o Restaurant & Bar Design Awards 2012, o IV prêmio Casa Claudia e o Prêmio Live 2022.